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#PE | Casamentos, heranças e cidadania foram motivos de discursos acalorados no Parlamento Europeu

Updated: Jul 26, 2019

[By Chris Nazareth]


Durante a segunda sessão, realizada no dia 25 (quinta-feira), os deputados do Parlamento Europeu (PE) debateram tópicos relativos aos casamentos homo afetivos, como por exemplo o uso desses relacionamentos para conquistar nacionalidades europeias ou para “se apropriarem” de possíveis heranças dos cônjuges. Essas pautas foram levantadas a fim de unificar as legislações dos componentes da União Européia, como exposto no documento de trabalho: “o objetivo é propor uma lei única a ser levada ao Parlamento Nacional individual de cada país, para que todos os países que formam o Parlamento possam garantir uma maior igualdade de tratamento para o bem do Bloco Europeu como um todo. Os pontos mais sensíveis giram em torno da nacionalidade, da herança e da guarda daqueles que não alcançaram a maioridade penal.


Nesse sentido, diversos deputados foram contra a proposta apresentada pelo Parlamento, alegando que tal proposta era desrespeitosa para com a comunidade LGBTQI+ e representava um regresso na história européia. Outrossim, alguns discursos, como o da deputada do partido de direita Eloisa Saraiva, alegaram que os grupos homossexuais possuíam privilégios sobre os heterossexuais, acentuando – portanto – as “segregações sociais”. Dessa forma, pela perspectiva dos deputados de direita, a proposta visaria à isonomia entre os cidadãos europeus, o que não foi acordado pelos deputados de esquerda.


Além disso, os deputados discutiram questões que abarcavam a volta da União Européia ao seu “passado glorioso”, período no qual a Europa viveu o apogeu do seu poder - segundo a deputada Carollina Oliveira, do Partido de Direita - uma vez que o conservadorismo foi chamado de ultrapassado. Rebatendo o discurso da deputada, Vinícius Rodrigues, deputado do Partido de Esquerda, afirmou não ver significado em retornar ao passado, posto que este foi repleto de guerras e que, atualmente, a Europa funciona como um “farol” para a humanidade.


No final da segunda sessão, representantes anti-LGBTQI+ invadiram o Parlamento, se manifestando favoravelmente acerca da proposta. O comitê continuou normalmente o debate com o pronunciamento dos partidos de direita que concordaram com os manifestantes

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